A CANETA
A CANETA
Ela era uma escritora famosa, que vivia de seus
livros e contos. Ela tinha uma caneta especial, que era sua companheira
inseparável. Era uma caneta de tinta preta, com um corpo de metal prateado e
uma ponta de ouro. Ela dizia que a caneta tinha vida própria, que era capaz de
escrever as histórias mais incríveis e originais. Ela só precisava segurá-la e
deixar que a caneta fizesse o resto.
Um dia, ela teve uma ideia para um novo livro.
Ela pegou a caneta e começou a escrever. Mas logo percebeu que algo estava
errado. A caneta não obedecia aos seus comandos. A caneta escrevia o que
queria, sem se importar com o que ela pensava. A caneta escrevia uma história
absurda, cheia de personagens estranhos e situações impossíveis. A caneta
escrevia uma história surrealista.
Ela tentou parar a caneta, mas não conseguiu. A
caneta parecia ter vontade própria. A caneta parecia estar possuída. A caneta
parecia estar zombando dela. A caneta escrevia cada vez mais rápido, sem deixar
espaço em branco na folha. A caneta escrevia sem parar, até acabar a tinta.
Ela ficou assustada e jogou a caneta no chão.
Ela olhou para o papel e viu que a história estava completa. Era uma história
sem sentido, sem lógica, sem graça. Era uma história horrível. Ela rasgou o
papel e jogou no lixo. Ela pegou a caneta e tentou jogá-la pela janela. Mas a
janela estava trancada. Ela tentou abrir a porta do quarto. Mas a porta estava
trancada. Ela tentou gritar por socorro. Mas ninguém ouviu.
Ela estava presa no quarto com a caneta. A
caneta que tinha vida própria. A caneta que tinha escrito uma história
surrealista. A caneta que tinha se vingado dela.
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