A AVENTURA DA CORAGEM
A AVENTURA DA CORAGEM
Era uma vez um homem que tinha o dom da
aventura. Podia viver qualquer aventura que quisesse, sem tédio, sem rotina,
sem monotonia. Achava que a aventura era a maior virtude de todas, pois trazia
diversão, fantasia, emoção e coragem. Vivia feliz em sua casa no oceano, perto
de muitos tesouros escondidos.
Um dia, recebeu a visita de um pirata que estava
disfarçado de amigo. O pirata lhe convidou para uma expedição: encontrar o
tesouro de um navio naufragado. O homem da aventura aceitou o convite, animado
de viver uma nova aventura. O pirata ficou satisfeito com o comportamento do
aventureiro, mas não quis ser generoso e lhe fez uma armadilha.
Na manhã seguinte, o homem da aventura se
preparou para a expedição e viu o navio naufragado: era grande e antigo, cheio
de mistérios e de perigos. Ele se empolgou com o navio e quis explorá-lo. O
pirata o seguiu e lhe mostrou o caminho: um corredor escuro e úmido. O homem da
aventura entrou no corredor.
Foi então que o pirata percebeu que havia algo
de terrível no navio naufragado. Olhou com mais cuidado e viu que o navio era
uma armadilha: o corredor era uma prisão, o tesouro era uma isca, o navio era
uma bomba. Não estavam ali para se divertir, mas para morrer. O pirata ficou
assustado e tentou fugir do navio.
O homem da aventura finalmente descobriu a
armadilha e disse:
- Eu sou um herói. Fui inspirado por um mestre
que me ensinou a virtude da aventura. Ele me disse que se eu vivesse bem, eu
seria corajoso.
E assim que terminou de falar, desarmou a bomba.
O herói ficou orgulhoso e saiu nadando do navio
naufragado. Nunca mais esqueceu daquela experiência e aprendeu a valorizar a
ação e a superação.
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